Acho impressionante o número de pessoas tatuadas! O crescimento da febre, desde de que a tevê e outras mídias deixaram da associar as artes dérmicas exclusivamente a bandidos e drogados, é exponencial. Cada vez mais comum ter um ou dois tatuados em grupos, cada qual com o motivo mais exótico ou mais careta.

 

E gente que coloca kanji japonês e tem cara de polaco da Barreirinha? Você entende isso? Eu morei no Japão, em 94, e confesso que já quis colocar uma tatuagem dessas no corpo, mas sempre pensei que seria na batata da perna esquerda. Já cansei de ver gente que fez duas aulas de karatê e aprendeu a mexer com os pauzinhos – os hashis, de se comer, só pra você não ficar pensando bobagem, leitor! – que vai lá e coloca. Já vi muita gente que coloca invertido, escrito errado. Fico sem coragem de contar pra pessoa.

 

Todo mundo acha que fazer tatuagem é algo como uma tarde no Miami Ink, o programa de tevê a cabo que mostra gatas colocando tatuagens sem falar nada, a não ser apertar os olhinhos. Para você que pensa assim também, achei este vídeo, ideal para pais que querem convencer seus filhos a esperarem um melhor momento para fazer o desenho na pele.

 

 

 

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