Foi algo acidental. Lá estava eu, a caminho de um compromisso profissional, quando vejo andando ao meu lado o fabuloso marco curitibano Oilman. Se antes o espanto era vê-lo por aí com sua sunga e bicicleta, o espanto desta vez foi ver o sujeito de roupa. Veja a prova no vídeo abaixo.

 

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 Achou que não teria provas, não é? Que esta era mais uma história de pescador, uma lenda urbana nova. Mas aí está, de camiseta azul, o regionalmente conhecido Oilman.

 

A sensação de vê-lo de roupa foi bastante estranha. Sejamos sensatos: é óbvio que ele tem roupas e que não vai a todos os eventos da vida de sunga. Eu mais ou menos já sabia disso. Mas foi como ver o Papai Noel sem a barba, o Super Homem vestido de Clark Kent, o palhaço Carequinha fumando.

 

Sério mesmo! Você não cria uma imagem lúdica que o sujeito fazia tudo com a roupa do personagem? Que iria na formatura do sobrinho de sunga, no funeral da vizinha, e que usaria camiseta numa festa a fantasia.

 

Mais uma fantasia minha que cai por terra. Ainda bem que eu tenho logo a Páscoa chegando, e o coelhinho sempre me trás algum chocolate que me faz sentir melhor.

 

Aquele abraço,