Ontem foi de de aproveitar cinema mais barato. Mas é claro, amigo visitante deste blog, que este que vos fala aproveita estes raros momentos de desconto, em que as salas de cinema deixam o preço de dois ingressos e uma pipoca custarem menos que R$ 60,00.

“O Artista” era um filme que tinha um grande inimigo: a expectativa. Todo mundo falando, todo mundo elogiando, comentários e mais comentários positivos sobre o filme. Fazem com que você fique com um pé atrás, ainda mais se você teve a infelicidade de passar seu mês de janeiro na praia, escutando a última unanimidade nacional e internacional de Michel Teló.

A mera ideia de alguém fazer um filme mudo em 2011 (quando estreou) parecia fora do grande mercado cinematográfico, quase que mais um daqueles cults que, você sabe, foram feitos para cinéfilos gozarem das pessoas comuns, com cara de debochem e dizendo “eles não entendem da grande arte”! Mas “O Artista”, definitivamente, não é isso.

É uma história que, no seu formato, homenageia o cinema mundial. Mas ela não deixa que a virtuosidade da forma impeça a história de ser profundamente humana. Fico listando todas as coisas que gostei do filme, na minha cabeça, mas acho que seria “spoiler” demais para quem ainda não viu.

“O Artista” é um desses filmes que VOCÊ TEM QUE VER, e aconselho você a deixar os piratas de lado e curtir numa sala de cinema.

Aproveite os dias de desconto!

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