Putz, tentei fazer um trocadilho infame com o nome do artigo, mas acho que não deu muito certo. Enfim, só quero dividir com vocês estas palavras de um sábado de manhã, quando vejo a chuva caindo leve lá fora e recebo meus updates de novos vídeos no youtube. O favorito desta semana foi este aqui:

 

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Sempre fico impressionado, zapeando pelos canais de tevê, com a quantidade de lixo vendida por telefone, aquele monte de porcaria para oferecer o emagrecimento do sonho das pessoas. Você já teve vontade de comprar um deles? Eu já. Você vê as pessoas lindas, malhadas, felizes! Imediatamente você se sente numa daquelas cenas do filme Rocky em que aparece você treinando feito louco, suando, vencendo!

 

A venda de jóias e tapetes eu entendo menos ainda que os produtos de exercícios, mas… apoio pra rifle? Isso sim tem serventia! Por que ninguém vendia isso no Rio de Janeiro uns 10 anos atrás? Ia ganhar uma nota. Não que o povo de Curitiba não esteja repensando sobre a lei anti-armas, com a escalada da violência, assaltos e etcs na cidade. Mas é demais, né? Meu vó, seu Vidarmino, nascido em colônia italiana no Brasil, quando mato era mato mesmo, caçador, coleção de espingardas em casa, nunca deixou arma na cama.

Tá maluco? Vem um filho de madrugada e abre a porta devagar porque tá com medo de uma barulho, acaba assustando o pai e leva um tiro? E se o cara descobrir, tarde demais, de que é sonâmbulo? E se as coisas ficaram mais "calientes" no sexo?

 

– Isso, isso! Vai, vai, tá quase!… Tá quase! (alguém mete o pé no gatilho e se escuta um POW)! …Nossa, amor! Esse foi forte mesmo!

 

Existe uma regra de ouro em comédia: nada é mais engraçado do que a pura realidade. Obrigado aos nossos americanos por provarem isso mais uma vez.